PUBLICAÇÕES

Massacre de Ipatinga: quadro a quadro

Massacre de Ipatinga
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No dia 7 de outubro de 1963, a ação da Polícia Militar para conter um protesto em frente à Siderúrgica Usiminas findou-se em um saldo de oito trabalhadores mortos e 78 feridos, segundo inquérito policial militar. O Massacre foi o ponto de partida para uma história de luta e opressão que se estendeu por toda a Ditadura Militar e marcou a região do Vale do Aço mineiro. Nesta publicação, o jornalista Edvaldo Fernandes recriar essa história a partir de entrevistas feitas com sobreviventes do Massacre. São eles as vozes ora ocultas, ora reveladas, que narram a sua versão dos fatos. Fernandes também baseou-se em documentos e periódicos da época e construiu um texto que, em formato similar ao roteiro de um filme (daí o nome do livro), aproxima-se do jornalismo literário. A publicação é parte integrante do projeto Memória Operária do Vale do Aço.

Liberto/ano III

Paisagens Poéticas / Fabiana LeiteClique para ler

Em um trecho do editorial, a terceira edição da Liberto, lançada em 2013, descrita: “a primeira ideia que tivemos para o tema dessa edição da Revista Liberto era tratar da delicada e urgente questão dos conflitos pela terra no Brasil. Pesquisando sobre o assunto, nos deparamos com o conceito de território. Entendemos que a luta – ou as lutas – por justiça social são, por fim, uma disputa por territórios econômicos, políticos, simbólicos e culturais negados aos grupos mais vulneráveis de nossa sociedade. E é essa a luta diária do IPR e nossa razão primeira de existir. Território, talvez, seja o tema definitivo dessa publicação. Tendo isso em mente, nas páginas que se seguem, lançamos um olhar sobre temas que habitam uma mesma geografia imaginária de luta por reconhecimento, representatividade e justiça”. A revista versa sobre o ProJovem Trabalhador, o Massacre de Felisburgo, a luta da pixação em Belo Horizonte, um ensaio com a população LGBT que vive nas ruas da capital mineira, os quilombos dessa mesma capital e um perfil com Frei Gilvander.

Liberto/ano II

Ditadura MilitarClique para ler

Os Direitos Humanos viram o cerne da segunda edição da revista, lançada em 2012. A publicação trata do projeto de criação do Centro de Documentação e Memória Operária e Popular da Região Metropolitana do Vale do Aço (CEDOC-Vale), que foi o catalisador da escolha do tema central desta edição. A partir dessa escolha, a matéria especial é sobre a Comissão da Verdade, seguida por uma entrevista com o médico, professor, político e militante Gilney Viana. As ocupações de BH, Neila Batista, Valmir Assunção e as incríveis Margaridas em marcha, também reafirmam pelas páginas da revista a importância da verdade, da transparência, da mobilização, dos objetivos coletivos e das oportunidades, para que formemos, pouco a pouco, um país com cidadãos efetivamente livres e iguais em dignidade e direitos.

Liberto/ano I

Ensaio Célio DutraClique para ler

A primeira edição da Revista Liberto, lançada em 2011, traz uma entrevista com o professor Gilvando Sá Leitão Rios, uma das maiores autoridades em cooperativismo no Brasil, um perfil com a mestre em psicanálise e doutora em sociologia, Marlise Matos, um ensaio fotográfico do cineasta Célio Dutra, além de matérias e notas. Marcando o início de uma nova gestão no IPR, a publicação enfatiza em seu editorial: “No IPR inicia-se o tempo de olhar para o futuro. Lançamos esse olhar com a certeza do potencial tanto da nossa equipe quanto das ações e projetos que propomos. Caminhar para frente, no entanto, não significa romper com o que já fizemos. Vamos em direção ao novo de mãos dadas com as conquistas já consolidadas. Afinal, nosso papel foi e sempre será criar condições para que a semente da emancipação social floresça. Ser agente de sua própria transformação é também uma forma de alcançar a liberdade e é isso o que almejamos às comunidades por nós beneficiadas. Não é por acaso, que o conceito de liberdade está no nome desta publicação”.

O Candeeiro n°2058

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Esta edição do boletim conta a história da família de Dona Ilca e de Seu Miguel, beneficiária do Programa Cisternas. Após conquistarem uma cisterna de consumo humano e uma cisterna-calçadão, só é preciso ir à mercearia quando falta macarrão ou arroz. O Candeeiro é um boletim de sistematização de experiências de agricultoras e agricultores que convivem com o Semiárido. O material é produzido pelas organizações que atuam como Unidades Gestoras Territoriais do Programa Uma Terra e Duas Águas (P1+2), da Articulação Semiárido Brasileiro.

O Candeeiro n°2057

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Um grupo de mulheres da Comunidade de Agreste, no distrito de Levinópolis, município de Januária, no Norte de Minas, têm um sonho em comum: viver do artesanato. Esta edição d’O Candeeiro conta a história de luta e resistência dessas trabalhadoras do ‘sertão mineiro’. O Candeeiro é um boletim de sistematização de experiências de agricultoras e agricultores que convivem com o Semiárido. O material é produzido pelas organizações que atuam como Unidades Gestoras Territoriais do Programa Uma Terra e Duas Águas (P1+2), da Articulação Semiárido Brasileiro.

O Candeeiro nº2056

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Esta edição do boletim O Candeeiro dá destaque ao trabalho desenvolvido pela Cooperativa dos Pequenos Produtores Agroextrativistas de Pandeiros, a Coopae. São cerca de 20 famílias que extraem polpa de espécies do Cerrado para a produção de doces, conservas e até substâncias com propriedades medicinais. O Candeeiro é um boletim de sistematização de experiências de agricultoras e agricultores que convivem com o Semiárido. O material é produzido pelas organizações que atuam como Unidades Gestoras Territoriais do Programa Uma Terra e Duas Águas (P1+2), da Articulação Semiárido Brasileiro.

 

 

 

O Candeeiro nº2055

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Desde sua fundação, há mais de 11 anos, a Associação Comunitária Mulheres Criativas de Almenara mantém o mesmo objetivo: gerar renda para famílias carentes e preservar a cultura regional. Atualmente, cerca de 20 artesãs compõem esse grupo, que utiliza símbolos da vida rural no Vale do Jequitinhonha em seus artigos. A história dessas artesãs é resgatada nesta edição d’O Candeeiro, um boletim de sistematização de experiências de agricultoras e agricultores que convivem com o Semiárido. O material é produzido pelas organizações que atuam como Unidades Gestoras Territoriais do Programa Uma Terra e Duas Águas (P1+2), da Articulação Semiárido Brasileiro.

 

 

O Candeeiro nº2054

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Esta edição do boletim O Candeeiro mostra a experiência de uma família com a agroecologia e com as tecnologias de acesso à água para consumo e produção alimentar. Ilma dos Santos Rocha e Adelson Pereira da Cruz vivem no Assentamento Jerusalém, próximo a Rubim, no Vale do Jequitinhonha. O Candeeiro é um boletim de sistematização de experiências de agricultoras e agricultores que convivem com o Semiárido. O material é produzido pelas organizações que atuam como Unidades Gestoras Territoriais do Programa Uma Terra e Duas Águas (P1+2), da Articulação Semiárido Brasileiro.